Jennifer França, Psicóloga Hospitalar – Perfil
 

Jennifer França, Psicóloga Hospitalar – Perfil

Conheça um pouco mais sobre Jennifer França, sua história e os motivos que a levaram a escolher a Psicologia e, em especial, a Psicologia Hospitalar.

1) Queremos saber um pouco mais da Jennifer, suas origens, antes da Coração Vivo?

Eu nasci em São José dos Campos, mas cresci em Taubaté. Sempre me interessei pelo cuidado com as pessoas, mas não somente no concreto, naquilo que todo mundo vê. Me interessava também em escutar um pouco mais e perceber em que ponto poderia auxiliar. Por isso a psicologia me encantava, ela me daria as bases das quais precisava.

2) O que a psicologia mais atraiu você no início?

A possibilidade de conhecer o Ser Humano e suas dores, e assim poder auxiliar em uma mudança para melhor da história de alguém.

3) Como decidiu por psicologia hospitalar e a especialização no Incor?

Na faculdade passamos por vários estágios e, em meu último ano, passei pelo Hospital Universitário. Essa experiência me fez querer conhecer mais, pois um lugar onde o adoecer físico se mostra tão concreto e ao mesmo tempo tão particular é rico em transformações.
O adoecer leva a fragilidade humana, e o coração como símbolo maior da vida física e emocional, me fez buscar a especialização em cardiologia. O InCor veio como uma conquista muito grande, pois é um lugar rico em conhecimento, faz parte da história da cardiologia e da psicologia hospitalar no Brasil, enfim, melhor lugar não teria.

Jennifer França, Psicóloga Hospitalar – Perfil Coração Vivo 02

4) Como é a sua atuação na clínica? Só atende pacientes de cardiologia ou também outros?

A maioria dos meus atendimentos são de pacientes que por algum motivo adoeceram fisicamente e os componentes emocionais estão fortemente ligados a esse processo de adoecer. Especificamente na cardiologia faço um trabalho de preparação para cirurgia, de cessão de tabagismo, e de diminuição dos fatores de risco como estresse, obesidade, ansiedade, depressão e outros que possam levar ao adoecer e ao sofrimento psíquico.

5) Qual abordagem psicológica você trabalha e como contribui para a sua atuação na Clínica?

Minha linha de atendimento é a Psicologia Analítica. Identifico-me muito com esta abordagem por ser uma procura pela experiência simbólica que auxilia na transformação e alívio do sofrimento.

6) Qual foi sua experiência anterior à Coração Vivo?

Trabalhei em consultório com outras pessoas, em outras clínicas de cardiologia na região e em projetos da área de obesidade. Conheci muitas pessoas e fiz grandes amigos. Mas ter um espaço meu, onde posso colocar em prática todos os projetos que planejei, sempre foi meu objetivo.

Jennifer França, Psicóloga Hospitalar – Perfil Coração Vivo 03

7) Qual a importância do acompanhamento psicológico na cardiologia?

Como já disse, o adoecer e principalmente do coração, órgão carregado de simbolismo, leva a uma fragilidade que muitas vezes a pessoa não consegue lidar. O sintoma pode ser um símbolo e a expressão de uma necessidade de transformação, e o acompanhamento psicológico pode auxiliar neste processo. Além de trabalhar os fatores de risco cardíaco, o que contribui para melhora na qualidade de vida do paciente.

8) E essa acompanhamento se estende aos familiares? Como isso acontece?

Dentro de um hospital, em uma unidade de terapia intensiva, por exemplo, o acompanhamento dos familiares é muito importante. Já na Clínica, o trabalho acaba sendo mais individual, mas quando percebo a necessidade de alguma orientação familiar eu faço, mas sempre com o consentimento e junto com o paciente.


Conheça mais sobre o trabalho de Jennifer França como Psicóloga em São José dos Campos aqui e saiba sobre a Clínica Coração Vivo aqui.

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